
O título é do Mário Amaya, que escreveu um pequeno texto sobre a Ghost Bike instalada na avenida Paulista em homenagem à ciclista Márcia Prado, morta em Janeiro.
A foto acima foi tirada em um domingo de Fevereiro e apenas ilustra o texto do Mário. Ciclistas desconhecidos em lugares conhecidos, lendo, vendo e sentindo o que aconteceu naquela tarde .
Apesar do despertar de consciências trazido pela instalação, a cidade de São Paulo não quer mais bicicletas fantasma.

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One Comment
Bom dia !!!
Eu gostaria apenas de dizer que em cidades como Campinas e Sao Paulo, é quase impossivel consientizar a “massa”, infelizmente a populacao é extremamente ignorante. Temos uma herança maldita da falta de respeito.
Eu mesma fui atropelada e nao perdi a perna só por Deus por que esmagou minha pele e fiquei sem sentir nada na regiao por um ano, alem de tornozelo e perna trincadas, e meu socorro foi a policia a viatura do Garra, que viu e pegou o cara em flagrante.
Uso minha pink bike como transporte e para praticar o moutain bike, mas tenho medo pois nunca sabemos quando um maluco resolve ruzar nossa frente para fazer a conversao… Enfim a sociedade brasileira nao esta preparada para a Civilidade. este é um dos motivos que me levam a abondanar este país por que eu nao aguento mais.
Paz a todos os ciclistas que respeitam o transito e o proximo 🙂
abraços
Wanda