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“Por último, ela se pôs a imaginar como, muito mais tarde, essa sua irmãzinha seria uma mulher adulta. E como ela conservaria, através dos seus anos maduros, o coração simples e afetuoso da sua infância. E como ela reuniria ao seu redor outras crianças e, dessa vez, faria os olhos delas brilhar de alegria com tantas histórias fantásticas. Talvez até mesmo com o seu velho sonho do País das Maravilhas. E como ela se emocionaria com suas tristezas tão puras e encontraria prazer nas suas alegrias tão simples, lembrando-se da sua própria infância e dos dias felizes de verão” (Lewis Carrol, Alice no País das Maravilhas)

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