Um posto de gasolina em Santiago

Este é o desenho básico de um posto de combustíveis em Santiago.

Calçadas que acompanham toda a extensão do estabelecimento e faixas pintadas de amarelo para ressaltar a preferência do pedestre nos locais onde não há calçada.

Os postos têm entradas e saídas, e não guias rebaixadas em toda a sua extensão.

Tão simples, tão óbvio…

Share

3 Comments

  1. Posted 18/02/2010 at 7h39 | Permalink

    Verdade, simples e óbvio. Mas se não for obrigatório dificilmente alguém o faz.

  2. Posted 19/02/2010 at 9h35 | Permalink

    Nunca entendi por quê, à entrada de qualquer estabelecimento, prédio, casa ou o que quer que seja, sempre as calçadas é que são sacrificadas para dar passagem ao tapete asfáltico. Um carro tem suspensão, ar-condicionado, é uma bolha de conforto ambulante, e o cara não pode se dar o luxo de enfrentar um desnível de 10cm? – que para um pedestre, principalmente se for cadeirante ou idoso, representa muitas vezes um obstáculo intransponível.

  3. Henrique M. Torres
    Posted 25/02/2010 at 12h22 | Permalink

    É claro que isso é melhor do que o que nós vemos no Brasil (aqui no Rio, quase todos os postos têm calçada totalmente rebaixada), mas há dois erros básicos nessa situação que vão contra a segurança do pedestre: primeiro, a calçada deve ser contínua – ou seja, é o carro que deve subir e não o pedestre que deve descer; segundo, o acesso dos carros está muito largo, o que permite aos carros entrar em alta velocidade.

One Trackback

  1. […] Um posto de gasolina em Santiago […]

Post a Comment

Your email is never shared. Required fields are marked *

*
*