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	<title>Comments on: Por que a massa é crítica?</title>
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	<description>articulações e reflexões para superar a sociedade do automóvel</description>
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		<title>By: entrementes.com.br &#187; Mobilidade Urbana</title>
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		<dc:creator>entrementes.com.br &#187; Mobilidade Urbana</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 02:16:22 +0000</pubDate>
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		<description>[...] aprofundar no tema : www.bicicletada.org (este tem livro de grátis para baixar e vários links ) www.apocalipsemotorizado.net/2009/03/04/por-que-a-massa-e-critica/ (links de vários países ) http://curitibacyclechic.blogspot.com/ [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] aprofundar no tema : <a  href="http://www.bicicletada.org" rel="nofollow">http://www.bicicletada.org</a> (este tem livro de grátis para baixar e vários links ) <a href="http://www.apocalipsemotorizado.net/2009/03/04/por-que-a-massa-e-critica/ " rel="nofollow">http://www.apocalipsemotorizado.net/2009/03/04/por-que-a-massa-e-critica/ </a>(links de vários países ) <a  href="http://curitibacyclechic.blogspot.com/" rel="nofollow">http://curitibacyclechic.blogspot.com/</a> [...]</p>
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		<title>By: Ousar usar a cidade - 1o BotEco Urbana &#171; Blog de Ecologia Urbana</title>
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		<dc:creator>Ousar usar a cidade - 1o BotEco Urbana &#171; Blog de Ecologia Urbana</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 11:22:47 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Um tradicional atraso paulistano e as pessoas começaram a aparecer. Alguns perdidos e isolados, e outros em massa, inclusive uma massa crítica. [...]</description>
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		<title>By: FERNANDO DÁCIO MARCONDES</title>
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		<dc:creator>FERNANDO DÁCIO MARCONDES</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Mar 2009 00:35:23 +0000</pubDate>
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		<description>É incrível como uma coisa leva a outra. São valores e práticas que aceitamos, antes mesmo de nos darmos conta do que são realmente.

Degradante é tomar uma condução para trabalhar pela manhã, seja sobre o asfalto ou trilhões. Adquirimos então um &quot;carrão-último-modelo!&quot;. Ou uma &quot;motoca-tranzada&quot;, daqueles tipos que você só vê na televisão, reluzentes e potentes. Por que não pode ser ao contrário? Por que não exigir um sistema de transporte sequer utilizável? Temos &quot;tempo&quot; para tudo isso?
Não existiria nenhuma vontade &quot;oculta&quot;, à favor do individualismo motorizado, visto que quanto pior que seja, o que for que seja público, haverá sempre o particular?

Como estamos acostumados a dizer, &quot;não temos &#039;tempo&#039;&quot;, para pensar no que são valores. Não buscamos tempo ao menos para refletir. O que e quais são nossos valores, nem nossas práticas.

Enquanto ninguém próximos à nós ou (nós!) morre gaseificada, ou de alguma forma extraordináriamente violenta devido ás parafernalhas de transporte, não nos sensibilizamos nem um pouco, e quando nos sensibilizamos, em muitos casos não é o tempo o bastante, ou com a intensidade suficiente para que ocorram mudanças.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É incrível como uma coisa leva a outra. São valores e práticas que aceitamos, antes mesmo de nos darmos conta do que são realmente.</p>
<p>Degradante é tomar uma condução para trabalhar pela manhã, seja sobre o asfalto ou trilhões. Adquirimos então um &#8220;carrão-último-modelo!&#8221;. Ou uma &#8220;motoca-tranzada&#8221;, daqueles tipos que você só vê na televisão, reluzentes e potentes. Por que não pode ser ao contrário? Por que não exigir um sistema de transporte sequer utilizável? Temos &#8220;tempo&#8221; para tudo isso?<br />
Não existiria nenhuma vontade &#8220;oculta&#8221;, à favor do individualismo motorizado, visto que quanto pior que seja, o que for que seja público, haverá sempre o particular?</p>
<p>Como estamos acostumados a dizer, &#8220;não temos &#8216;tempo&#8217;&#8221;, para pensar no que são valores. Não buscamos tempo ao menos para refletir. O que e quais são nossos valores, nem nossas práticas.</p>
<p>Enquanto ninguém próximos à nós ou (nós!) morre gaseificada, ou de alguma forma extraordináriamente violenta devido ás parafernalhas de transporte, não nos sensibilizamos nem um pouco, e quando nos sensibilizamos, em muitos casos não é o tempo o bastante, ou com a intensidade suficiente para que ocorram mudanças.</p>
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