Ciclista Márcia, presente!

luto

marcia

(foto: Canna)

*

Márcia Regina de Andrade Prado

vítima da estupidez motorizada

-  17/11/1968  -  14/01/2009 +

*

Luto pela morte de ciclista – 1 – cmi
Luto pela morte de ciclista – 2 – cmi
O motor venceu – e você com isso?
Sempre Márcia – pedalante
Sua pressa vale uma vida? – cmi
Vivemos a guarra, aqui na cidade – luciana cm costa
Fique em paz, Márcia – cmi
Márcia será sempre a nossa primeira dama – fixa sampa
Guerreira do asfalto – vendedor de bananas
Vida de ciclista – e você com isso?
Cicloativistas paraenses realizam Bicicletada Márcia Prado, contra a violência no trânsito – raoni
Márcia Regina de Andrade Prado – ciclobr
Chega de sociedade do automóvel – ecologia urbana
Não esqueceremos
Uma bicicleta parou na avenida Paulista – blog transporte ativo
Morrer na contramão – quintal
Ciclistas de luto – renata falzoni
Dia maldito na cidade maldita – Different Thinker
a gente sente muito – eu vou voando
Um mundo sem carros – olhos recém nascidos
Adeus, amiga – aninha
Após morte de ciclista, movimento faz homenagem na Avenida Paulista
boney
terra tv
Humanizar pra que? – rated b for bizarre
Ciclista morre atropelada na Av. Paulista – CMI Brasil
nota editorial – movimento nossa são paulo
Se ele der 20cm, eu já fico feliz – panóptico
Sem palavras – xpk
Paulista manchada de vermelho – milton jung
pedale em paz – Lilx
luto – bicicletada curitiba
Mais um luto – soninha
Ciclistas encurralados – revista Istoé
calango bikers
A morte como um fato corriqueiro
Ciclista morre ao ser atropelada por ônibus na Av. Paulista – época sp
Sobre a ciclista assassinada na av. Paulista – vá de bike
Falando de flores tristes e desabafando
A opinião do especialista – Soninha
Já que é “irresponsável” incentivar o uso de bicicletas – Soninha
Um post simples – Palavras da Lagaltixa
Bicicletada Guarapuava
Associação Ciclo Urbano
Mountain Bike – BH
Por um trânsito ético – Milton Jung
Morro de São Paulo – recanto das letras
Com tristeza, dedicamos este espaço à Márcia – saia na noite
Márcia, cidadã paulistana

Homenagem no dia 15/01:
fotos – ciclobr
Ciclista atropelada na Paulista é homenageada – G1
matéria Bom dia Brasil
Ciclistas fazem ‘pedalada’ em homenagem a vítima do trânsito

Homenagem no dia 16/01:
Bicicleta fantasma: homenagem à ciclista Márcia
Ciclista atropleada na Paulista é homenageada com plantio de árvore – G1
Ciclistas plantam árvore na Paulista para homenagear colega atropelada – Folha de SP
Uma bicicleta fantasma por mais humanidade no trânsito – Maurício Stycer
fotos – carlos alkmin
Homenagem da massa crítica de Aracju
fotos – Ecologia Urbana

Ciclistas de SP recorrem ao respeito como ítem básico de segurança – G1
Só uma multa por desrespeito a ciclista – Estado
fotos – brunogci
fotos – ciclobr
fotos – pedalante
fotos – paulo fehlauer
bicicletada em protesto – na rua
Bicicleta fantasma | Homenagem à ciclista Márcia – panóptico
Não vamos deixar! – saia na noite
Sexta-feira de bike na Paulista – different thinker
Bikers in Sao Paulo homage fallen cyclist – treehugger
videoreportagem – renata falzoni

Homenagem à ciclista Márcia Prado:

QUINTA (15/01), às 18h, na Praça d@ Ciclista

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Bicicletada da Memória: Márcia Prado

SEXTA  (16/01), às 18h, na Praça d@ Ciclista

29 Comments

  1. Alexandre Repecka
    Posted 15/01/2009 at 10h39 | Permalink

    No trânsito, parece-me que quem está errado é sempre o outro (algo logicamente impossível). Então aparecem aqueles que querem corrigir, punir aquele que estava “errado”. Na minha experiência como ciclista, que pedala diariamente há 5 anos na cidade de São Paulo, posso dizer que os casos mais notórios dos motoristas que se acham o “certo” e que querem corrigir-me por eu ser um ciclista “errado” são os de táxi e de ônibus. Mais de uma vez aconteceu comigo o seguinte: um motorista de ônibus que se acha “o certo” resolve punir-me ultrapassando-me “tirando fina” e jogando o ônibus o mais rápido possível sobre mim, dando-me uma “fechada”. Isto aconteceu comigo umas 5 vezes. Trata-se de uma atitude proposital, na qual um motorista de ônibus “cabeça oca” e inconsequente simplesmente faz do ônibus uma arma. Isto significa que eu sofri cerca de 5 tentativas de homicídio! E se uma delas tivesse sido bem sucedida? Acidente? Mentira! E se eu for à delegacia relatar estas tentativas de me matar….infelizmente não dá pra contar com a polícia, né? E a imprensa dirá, como ontem vi na TV (o jornalista chama-se Percival de Sousa), que o tráfego de bicicletas na avenida Paulista é um problema, pois tem muito carro circulando lá! Com quem podemos contar? Estamos sozinhos, nus…

  2. Posted 15/01/2009 at 14h25 | Permalink

    Sem palavras…
    mas ó, a data saiu errada né? é 15/01 e 16/01 e não do 15/10 e 16/10.

    meus sentimentos a amigos e familiares. O pior é saber que ela não será a última…

    Até a vitória, sempre!

    Paz!

  3. Posted 15/01/2009 at 15h21 | Permalink

    eu também já fui vitima de tentativas de homicidio, só por ter reclamado meu espaço nas ruas.
    nesse dia 14 eu passei na paulista minutos antes do assassinato da Marcia.
    nunca fico tranquilo. e agora, um pouco mais triste. bem mais triste.

  4. Matias
    Posted 15/01/2009 at 16h19 | Permalink

    Não saio mais do meio da faixa, que se virem pra passar.
    Abraço virtual aí pra Belém companheiro!

  5. Bleno
    Posted 15/01/2009 at 16h20 | Permalink

    Ontem assistindo ao ocorrido pel Rede Record não me conformei com as palavras usadas pelos jornalistas. Ambos falavam praticvamente jogando a culpa toda em cima da ciclista, que não deveria estar alí, andando de bicicleta. que aquele horario era muito perigoso.
    Faltou apenas eles falarem aos ciclistas para se limitarem a parques fechados. Sim, fechados, por que ciclovias e nada dá no mesmo.

    Para a grande maioria dos motoristas uma faixa pintada no chão é apenas puixação.

  6. Posted 15/01/2009 at 17h08 | Permalink

    Ontem eu estava no ônibus vindo para o trabalho quando presenciei uma conversa entre o motorista e o cobrador. Os dois falavam sobre a sua escala de trabalho para o dia e mostravam-se preocupados com um eventual atraso. O cobrador, então, sugeriu ao motorista, literalmente: “na volta, a gente chuta o pau para chegar mais cedo”. Tanto faz se foi esse ou outro ônibus que matou a cidadã (e não apenas ciclista) Márcia. Circular é preciso, viver não é preciso. Está tudo errado; desde a prioridade ao automóvel até a precariedade do transporte público. Não há treinamento para os motoristas que, por sua vez, ganham um péssimo salário. Infelizmente, Márcia não é a primeira e nem será a última a ser assassinada pela sociedade do automóvel.

  7. Eduardo
    Posted 15/01/2009 at 17h09 | Permalink

    Muitos ciclistas se arriscam demais confiando que os motoristas de veiculos motorizados tenham o bom senso de respeitar os ciclistas. Não existe regulamentação para ciclistas, mas existe para os motoristas de veículos motorizados, sendo assim, os ciclistas não seguem as regras de transito como semaforo fechado, contra-mão etc. Isso expoe suas vidas a grandes riscos e leva os demais motoristas ao erro. No semaforo da Brigadeiro com a Al. Ribeirão Preto os ciclistas não param no semaforo e expoe os pedestres ao risco de acidentes. Resumindo ‘ta todo munto errado. Num espaço compartinhado e extremamente disputado temos que seguir regras para respeitar o direito de ir e vir de cada um. Que essa tragédia sirva para “provocar” um debate com resultados reais sobre tudo isso. Diálogo, concórdia e providências.

  8. Eduardo
    Posted 15/01/2009 at 17h13 | Permalink

    Muitos ciclistas se arriscam demais confiando que os motoristas de veiculos motorizados tenham o bom senso de respeitar os ciclistas. Não existe regulamentação para ciclistas, mas existe para os motoristas de veículos motorizados, sendo assim, os ciclistas não seguem as regras de transito como semaforo fechado, contra-mão etc. Isso expoe suas vidas a grandes riscos e leva os demais motoristas ao erro. No semaforo da Brigadeiro com a Al. Ribeirão Preto os ciclistas não param no semaforo e expoe os pedestres ao risco de acidentes. Resumindo ‘ta todo mundo errado. Num espaço compartinhado e extremamente disputado temos que seguir regras para respeitar o direito de ir e vir de cada um. Que essa tragédia sirva para “provocar” um debate com resultados reais sobre tudo isso. Diálogo, concórdia e providências.

  9. Martin Reis
    Posted 15/01/2009 at 17h45 | Permalink

    In heaven, everyone rides a bicycle. Ride in peace Marcia!

  10. Posted 15/01/2009 at 20h23 | Permalink

    Minha solidarieade aos amigos e à família.

  11. claudio ribeiro
    Posted 15/01/2009 at 20h42 | Permalink

    Uma lástima !

    Pior é ver os comentarios pró-carro !

    Uma vez, aqui, relatei um ocorrido, dois ciclistas fazem zigue-zague ente os carros e onibus na Paulista, a noite, no horario de pico.

    Outra vez, escrevi aqui que deveria se feito um post com os direitos e OBRIGAÇÕES dos ciclistas.

    Muitas vezes, como vejo aqui em Curitiba, o ciclista usa a bike como arma, também, cansei de ser ameaçado por ciclistas EM CIMA DA CALÇADA.

    Sinto muito mesmo pelo assassinato da Marcia, fiquei chocado quando vi a materia no estadão online.Mas devemos ter consciencia que todos temos deveres e direitos e que a morte dela não seja em vão ! Se os motoristas não respeitam, não vamos nos arriscar.Se eles te jogam o carro em cima, pare, espere a depois siga seu caminho, senão a luta vai virar guerra !

    Meus sentimentos à familia…

    Pelo menos o corpo foi doado a uma universidade e será utilizado para EDUCAR.Quem sabe algum professor não conta a hstoria daquele “corpo” e consegue formar pessoas mais conscientes que o espaço é de todos.

  12. Otávio
    Posted 16/01/2009 at 7h34 | Permalink

    O que andei reparando recentemente, como é bom ver todo o trânsito parado, recorde de congestionamento, 200, 300 km tudo travado, me sinto muito mais seguro, percebi que em períodos de férias tudo é mais perigoso, perdi a contas de quantas finas tomei nesses ultimos meses que o transito diminuiu, mas quando tá tudo parado posso andar tranquilo, por exemplo, no corredor que se forma entre a primeira e segunda faixa da paulista, as vezes até me arrisco na terceira faixa quando to com mais pique, mas pelo menos sei que não vou ficar tomando fina de carro a 70km/h, outro ponto que considero critico em SP é por incrivel que pareça ao lado do principal parque que temos, Av. Republica do Libano, são inúmeras as finas que tomo dos carros, taxistas são um caso especial, sinto que nos odeiam, tiram a fina com mais gosto, vão tentando até acertar um dia e dizer “Ah, foi um acidente, andar de bicicleta em sp é realmente perigoso”.

  13. Posted 16/01/2009 at 8h24 | Permalink

    Mais uma morte perfeitamente evitável. Uma pena. Solidariedade à família e a toda a galera bicicleteira paulistana.

  14. XpK
    Posted 16/01/2009 at 9h00 | Permalink

    No Blog da Soninha:

    http://blogdasoninha.folha.blog.uol.com.br/arch2009-01-11_2009-01-17.html#2009_01-14_23_11_28-10366234-0

  15. durruti
    Posted 16/01/2009 at 11h03 | Permalink

    Claudio, na boa, este não é o momento nem o lugar sobre as obrigações dos ciclistas. A Márcia NÃO estava fazendo zig-zag na Paulista. Ela NÃO estava andando na calçada.

    Quanto às obrigações, eu realmente não acho que seja necessário fazer campanha ou algo assim. O cara que está pedalando na calçada na Paulista ou indo na contramão certamente faz idéia de que está fazendo besteira. Cara chato e estúpido existe em todo lugar mas há uma diferença entre o carro e a bicicleta: é pouquíssimo provável que o cara de bicicleta vá matar alguém ou mesmo machucar seriamente.

    Que história é essa de “se os motoristas não respeitam não vamos nos arriscar”? Ou seja não devo andar na rua? Além disso, se alguém jogar o carro em cima eu não vejo como seja possível não deixar passar! Do jeito que você fala parece que eu não devo usar a bicicletar fora da ciclovia do Parque do Ibirapuera!!!

    Conforme eu falei no começo existe momento para tudo responsabilizar a vítima num momento como esse parece muito a mídia dos EUA justificando o assassinato de crianças em Gaza: “a menina foi trucidade mas a densidade populacional é alta…” ou coisas do tipo.

  16. Kleber E.Moretti
    Posted 16/01/2009 at 13h21 | Permalink

    Meus sentimentos aos amigos e familiares , apeço : ciclistas , cuidado por onde vai…

  17. waltertierno
    Posted 16/01/2009 at 16h13 | Permalink

    Muito triste isso. Meu apoio a toda e qualquer manifestação ciclista e cidadã. Espero que a responsabilidade do motorista seja apurada e punida, embora eu saiba que a punição que ele receberá será desproporcional ao estrago que causou.

  18. claudio
    Posted 16/01/2009 at 20h24 | Permalink

    Durruti !
    voce disse
    “Quanto às obrigações, eu realmente não acho que seja necessário fazer campanha ou algo assim. O cara que está pedalando na calçada na Paulista ou indo na contramão certamente faz idéia de que está fazendo besteira.”

    realmente, campanha de conscientização só serve para os outros.
    realmente ela não estava fazendo zigue-zague, mas não me referi a ela, que com certeza era consciente, a ponto de descer pro litoral de bike, o que é proibido !

    mas não vem ao caso, afinal, como os israelenses, todos somos coitadinhos quando nos atiram pedras.

    0 que também não vem ao caso !

    afinal somos(sou pedestre convicto e ja quase morri varias vezes, atravessando na faixa) a parte fragil e invisivel do transito.

    só espero que isso sirva de lição a todos, motoristas, ciclistas e pedestres, pois alguma coisa está errada e pelo jeito vai continuar, pois não queremos ser concientizados, apenas conscientizar !

    abçs

  19. nós
    Posted 17/01/2009 at 1h07 | Permalink

    porque tem que ser assim?

  20. Otávio
    Posted 17/01/2009 at 16h21 | Permalink

    Claudio, pelo que li ela desceu pro litoral pela estrada da manutenção, que não é proibido, e mesmo que tivesse descido pela imigrantes ou outra qualquer, não estaria errada pois este ” é proibido” é ilegal, pois no código brasileiro de trânsito está escrito que temos direito, mas ai é discussão para outro tópico.

    Não entendi bem o que vc quis dizer com zig-zag? Seria andar pelos corredores? Eu escolhi a bike entre outros fatores, por ter agilidade no meio do trânsito, se a avenida tá parada eu vou andar entre os carros, se fecharem o corredor que eu estou, então eu vou pro outro, claro que sempre com atenção e todo cuidado possível, não faria sentido eu ficar atrás dos carros esperando.

    Quantos aos ciclistas da calçada e da contra-mão, sim, estão errados, existem muitos erros entre os ciclistas tb, alguns até avançam faixa de pedestres assustando os mesmos, além de não andarem com itens de segurança, mas ae é de cada um, tem gente que anda de carro sem cinto… eles precisam se educar também, assim como pedestres também, que se jogam na frente da bike como se nada estivesse ali, se cada um fizer sua parte o resultado será visível, não podemos adotar jamais o efeito Maria vai com as outras e pensar, “já que ele faz errado eu tb vou fazer”, e sim, se espelharmos nas pessoas corretas.

    []s

  21. daniela
    Posted 18/01/2009 at 16h38 | Permalink

    todos os dias via marcia passar de bicicletas as 8:00 da manha sendito paraiso e no horario no dia do atopelamento, não acreditei no que vi, a mesma no chão reconheci ela pela bicicleta.

    Todos os dias eu a via da janela do meu trabalho e estranho mas todos os dias olho o mesmo horario e não avejo passar as 8:00.

  22. daniela
    Posted 18/01/2009 at 16h50 | Permalink

    meus sentimentos pela familia e amigos que tiverão o prazer de conhece-la, e muito duro perder um ente querido de uma hora para outra. Mas não chorem, sinta saudade da convivencia. Sorria como ela sorriu, sou viver a vida.

  23. Gunnar
    Posted 20/01/2009 at 9h12 | Permalink

    Acho engraçado como é fraco o domínio da lógica por (grande) parte da mídia e da opinião popular.

    O mais comum são falácias do tipo

    Afirmação do Conseqüente : “se a ciclista fosse imprudente, correria o risco de morrer no trânsito. A ciclista morreu no trânsito, logo, era imprudente”

    Apelo Para a Força : “Diga o que quiser, o ‘trânsito’ de SP é perigoso e se vocês insistirem nessa idéia de pedalar, vão acabar se machucando. Logo, desistam.”

    Argumentum Ad Novitatem (apelo à força) : “A humanidade chegou onde chegou graças à tecnologia, inventamos o carro e ele é muito bom, é a tecnologia trazendo conforto e mobilidade ao homem, por que deveríamos agora dar um passo para trás e abrir mão dele… pior: para andar de bicicleta?? ”

    Argumentum Ad Numerum (apelo ao número de pessoas): “Todo mundo quer ter um carro, democracia é isso: vontade da maioria. Se você não se adapta, mude pra Europa e seja feliz pedalando”.

    E a pior de todas, na minha opinião ,

    Circulus In Demonstrando (a premissa é a conclusão e vice-versa): “Há um número excessivo de carros na rua, e presenciamos o fomento a uma infraestrutura e administração de trânsito arbitrariamente favoráveis ao uso desse modal. Logo, é perigoso pedalar. Logo, não tem lugar para a bicicleta na rua. Portanto, devemos usar o carro. [aí todo mundo vai de carro ] Logo, devemos favorecer a circulação (sic) dos automóveis.”

  24. Gunnar
    Posted 20/01/2009 at 9h13 | Permalink

    ups… pequena correção:

    Argumentum Ad Novitatem = apelo à NOVIDADE

  25. Vinícius
    Posted 21/01/2009 at 11h02 | Permalink

    Já que bicicletas não são respeitadas, hei de circular com um EE-T1 OSÓRIO. Quero ver este palhaço que se auto-intitula motorista falar besteira com munições APFSDS varando o humilde ônibus (e o corpo) dele.

  26. Ricardo Santos Silva
    Posted 23/01/2009 at 7h54 | Permalink

    Fiquei muito triste com noticia após ler a matéria, mas infelizmente somos marginalizados como os famosos motoboys, a desculpa da grande massa motorizada é que rua não é lugar de pedalar, e sim para carros…

    Pensando nisso indo para o trabalho notei uma imensa rua abandonada…. que cruza SP, e se for utilizada de forma correta serviria de ciclovia para muitos ciclistas que adorariam ir para o trabalho pedalando.

    Existe uma rua asfaltada entre os trilhos e o Rio Pinheiros, fiquei imaginando a tranquilidade de pedalar por lá, entro naquele trem lotado e vejo aquela extensa rua vazia… imaginando como eu poderia ter acesso a ela, e após analisar no mapa, vi que ela poderia ser totalmente utilizada desde a ZN, até a ZS, é claro… desde que a Prefeitura liberasse o acesso, que poderia ser feito entre as pontes, ou até mesmo pelas estações de trem de algumas regiões.

    Com certeza o trajeto que muitos ciclista fazem para chegar à um determinado lugar seria muiito mais seguro e calmo.

  27. Otavio
    Posted 23/01/2009 at 16h21 | Permalink

    Ricardo, existe um projeto da prefeitura pra se fazer uma ciclovia as margens do rio, porém só Deus sabe quando ficará pronta, visto que boa vontade é o que menos existe nessa cidade.

    []s

  28. Posted 23/01/2009 at 16h53 | Permalink

    Caros amigos o com muito pezar que vemos mais uma companheira de luta , perder a sua vida no transito desta grande Metropoli, ainda mais que o respeito pelo ciclista .a cada dia vai dimunuindo, até quando ficaremos dentro dos parques, tenho certeza que a luta desta companheira nao ficará sem resposta. espero que com ajuda dos nossos, amigos da grande metropoli, possamos enfrentar de frente os politicos que não querem ajudar na contruçõ de ciclovias, são muitos contrarios, mais. tenho certeza que um dia são Paulo vai ceder AOS encantos das magrelas. que deus abencoe a familia de nossa companheira. e espero que o Novo Prefeito de Saão Paulo, agora com a ajuda da Companheira Alda. seja nossa Bandeira, estaremos realizando aqui na Baixada Santista uma pedalada em homenagem a Companheira.

  29. Márcio Campos
    Posted 27/01/2009 at 12h12 | Permalink

    Ciclista Márcia presente, sim ! Presente no coração, na memória de cada um daqueles que conviveram com sua presença calma mas cheia de vontade de fazer a boa mudança.

    Enquanto a maldade e o desprezo enchem o coração de muitos que trafegam em máquinas de centenas, milhares de quilos, algumas outras pessoas, na leveza do peso humano, voam em silêncio, olho no olho, sem ameaçar a vida, quase mesmo sem serem notados, mas como um pequenino farol na escuridão dando a direção correta. Prestemos atenção uns aos outros, somos muito mais iguais do que pensamos, mais iguais até do que alguns gostariam que fossemos…

    É difícil, essa saudade me vem assim, em retalhos, ainda não senti de fato a tua ausência, e me assustou saber que ainda vou sentí-la por completo, e que não terá remédio que cure.

    Márcio Campos

12 Trackbacks

  1. By Não esqueceremos « gira-me on 15/01/2009 at 9h51

    [...] Ciclista Márcia, presente! [...]

  2. [...] Ciclista Márcia, presente! [...]

  3. By Sempre MÁRCIA « Pedalante on 15/01/2009 at 14h45

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  5. By Pedaleiro » Luto on 15/01/2009 at 16h26

    [...] Ciclista Márcia, presente! [...]

  6. By Luto « bicicletada curitiba on 16/01/2009 at 7h46

    [...]   Links, fotos, matérias -  Apocalipse Motorizado [...]

  7. By [luto] « Bicicletada Guarapuava on 16/01/2009 at 14h06

    [...] http://apocalipsemotorizado.net/2009/01/15/marcia/ [...]

  8. [...] Para os interessados, o cicloativista Luddista, do blog apocalipse motorizado, fez uma seleção de tudo o que foi publicado na net sobre a morte de Márcia. P.P.S.: Alguns dos textos expostos no [...]

  9. [...] os próprios seres humanos menos privilegiados, além daqueles que utilizam transportes ativos (bicicletas, pés, [...]

  10. [...] na capital paraense no mesmo dia em que Márcia morreu. O turbilhão de emoções dos primeiros dias, somado a impossibilidade de agir e a quantidade de [...]

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