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	<title>Comments on: Muito além das ciclovias</title>
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	<description>articulações e reflexões para superar a sociedade do automóvel</description>
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		<title>By: Nilda [TarifaZero 2009] &#124;</title>
		<link>http://www.apocalipsemotorizado.net/2008/06/25/muito-alem-das-ciclovias/comment-page-1/#comment-39689</link>
		<dc:creator>Nilda [TarifaZero 2009] &#124;</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 13:20:27 +0000</pubDate>
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		<description>[...] que pode ser baixado no CMI, no site do MPL São Paulo e no TarifaZero.org . Conteúdo relacionado: Muito além das ciclovias [menciona o exemplo da cidade de Portland, onde as bicicletas são aceitas no trens, bondes e até [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] que pode ser baixado no CMI, no site do MPL São Paulo e no TarifaZero.org . Conteúdo relacionado: Muito além das ciclovias [menciona o exemplo da cidade de Portland, onde as bicicletas são aceitas no trens, bondes e até [...]</p>
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		<title>By: Chico Pedro</title>
		<link>http://www.apocalipsemotorizado.net/2008/06/25/muito-alem-das-ciclovias/comment-page-1/#comment-4345</link>
		<dc:creator>Chico Pedro</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 19:23:00 +0000</pubDate>
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		<description>Já repararam (óbvio que sim) como é ofensivo fazer com que um motorista espere por dois segundos nossa travessia &quot;preferencial&quot;...?

Há varias coisas irritantes nesse dia-dia. Mas está aí uma que me deixa realmente indignado!

O filho de uma puta (ou de uma égua...se assim quiser) prefere jogar o carro em cima a ter que aguardar míseros DOIS SEGUNDOS antes de arrancar o carango.

Que urgência é essa...? Que falta de noção é essa...?

Detalhe: será que uma parte das 30 mil mortes por ano no trânsito se devem...ao menos uma parte...a essa completa falta de gentileza urbana (rsss)...?

Não me respondam...é óbvio demais. É mais um desabafo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já repararam (óbvio que sim) como é ofensivo fazer com que um motorista espere por dois segundos nossa travessia &#8220;preferencial&#8221;&#8230;?</p>
<p>Há varias coisas irritantes nesse dia-dia. Mas está aí uma que me deixa realmente indignado!</p>
<p>O filho de uma puta (ou de uma égua&#8230;se assim quiser) prefere jogar o carro em cima a ter que aguardar míseros DOIS SEGUNDOS antes de arrancar o carango.</p>
<p>Que urgência é essa&#8230;? Que falta de noção é essa&#8230;?</p>
<p>Detalhe: será que uma parte das 30 mil mortes por ano no trânsito se devem&#8230;ao menos uma parte&#8230;a essa completa falta de gentileza urbana (rsss)&#8230;?</p>
<p>Não me respondam&#8230;é óbvio demais. É mais um desabafo.</p>
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		<title>By: Chico Pedro</title>
		<link>http://www.apocalipsemotorizado.net/2008/06/25/muito-alem-das-ciclovias/comment-page-1/#comment-4344</link>
		<dc:creator>Chico Pedro</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 19:12:38 +0000</pubDate>
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		<description>Que maravilha!

Como o trivial respeito que uns dão aos outros faz tão bem às vistas.

É agradável ver isso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que maravilha!</p>
<p>Como o trivial respeito que uns dão aos outros faz tão bem às vistas.</p>
<p>É agradável ver isso.</p>
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	</item>
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		<title>By: Quase 10 km &#171; Pedalante</title>
		<link>http://www.apocalipsemotorizado.net/2008/06/25/muito-alem-das-ciclovias/comment-page-1/#comment-4343</link>
		<dc:creator>Quase 10 km &#171; Pedalante</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Jan 2009 13:22:11 +0000</pubDate>
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		<description>[...] - Muito além das ciclovias [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] &#8211; Muito além das ciclovias [...]</p>
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		<title>By: Caminhada &#171; Freakções</title>
		<link>http://www.apocalipsemotorizado.net/2008/06/25/muito-alem-das-ciclovias/comment-page-1/#comment-4342</link>
		<dc:creator>Caminhada &#171; Freakções</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 21:39:52 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Novembro 25, 2008 por Eduardo Pinheiro    É curioso o fato de poucas pessoas caminharem. Não falo andar em círculos numa pista pré-destinada a atletas de fim de semana. Digo deslocar-se com os pés, como faziam nossos ancestrais. Poucas pessoas se dispõem a, vez ou outra, deixarem suas máquinas em casa e ir a pé para o trabalho ou a uma visita casual a amigos. É claro que há a velha desculpa dos afazeres diários impedirem um deslocar mais lento e prazeroso. Sim, criamos um sistema de distâncias e horários que nos obrigam a aceitar a ditadura do automóvel. Não se tem escolha; ou o inferno do transporte de massa, ou o falso paraíso do carro.  Seria uma boa desculpa se, de fato, não tivéssemos escolha. Mas temos sim. O fato é que poucas pessoas se dispõem a olhar a vida na cidade com olhos de estrangeiro. O dia-a-dia nos cega. Usamos os meios de transporte como antolhos, vemos através de seus vidros apenas o trajeto que separa o lugar onde estávamos do nosso destino. Desse modo, abandonamos nosso habitat, o deixamos para que tomem conta por nós. É possível que se habitássemos verdadeiramente todos os cantos da cidade e estabelecêssemos um clima de cordialidade, como nos parques, diferente da competição por espaço no trânsito, os índices de violência seriam menores. Ou, no mínimo, teríamos um cotidiano mais agradável. Alienados em toneladas de aço e vidro sofremos de uma febril solidão. Somente com os pés fincados no chão, a captar a força da terra, é que estabelecemos uma verdadeira relação com o nosso meio e sabemos da força da vida. Caminhar é, não só um exercício prazeroso que liberta a mente e o corpo, como uma atitude estética. Uma verdadeira política. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Novembro 25, 2008 por Eduardo Pinheiro    É curioso o fato de poucas pessoas caminharem. Não falo andar em círculos numa pista pré-destinada a atletas de fim de semana. Digo deslocar-se com os pés, como faziam nossos ancestrais. Poucas pessoas se dispõem a, vez ou outra, deixarem suas máquinas em casa e ir a pé para o trabalho ou a uma visita casual a amigos. É claro que há a velha desculpa dos afazeres diários impedirem um deslocar mais lento e prazeroso. Sim, criamos um sistema de distâncias e horários que nos obrigam a aceitar a ditadura do automóvel. Não se tem escolha; ou o inferno do transporte de massa, ou o falso paraíso do carro.  Seria uma boa desculpa se, de fato, não tivéssemos escolha. Mas temos sim. O fato é que poucas pessoas se dispõem a olhar a vida na cidade com olhos de estrangeiro. O dia-a-dia nos cega. Usamos os meios de transporte como antolhos, vemos através de seus vidros apenas o trajeto que separa o lugar onde estávamos do nosso destino. Desse modo, abandonamos nosso habitat, o deixamos para que tomem conta por nós. É possível que se habitássemos verdadeiramente todos os cantos da cidade e estabelecêssemos um clima de cordialidade, como nos parques, diferente da competição por espaço no trânsito, os índices de violência seriam menores. Ou, no mínimo, teríamos um cotidiano mais agradável. Alienados em toneladas de aço e vidro sofremos de uma febril solidão. Somente com os pés fincados no chão, a captar a força da terra, é que estabelecemos uma verdadeira relação com o nosso meio e sabemos da força da vida. Caminhar é, não só um exercício prazeroso que liberta a mente e o corpo, como uma atitude estética. Uma verdadeira política. [...]</p>
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		<title>By: Gledson</title>
		<link>http://www.apocalipsemotorizado.net/2008/06/25/muito-alem-das-ciclovias/comment-page-1/#comment-4341</link>
		<dc:creator>Gledson</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 21:13:25 +0000</pubDate>
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		<description>Esse lugar existe? É real? Parece perfeito demais. Só pode ser sonho, pura utopia, ou estão querendo pregar uma peça? hehehehehehe
Tô partindo agora para lá!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esse lugar existe? É real? Parece perfeito demais. Só pode ser sonho, pura utopia, ou estão querendo pregar uma peça? hehehehehehe<br />
Tô partindo agora para lá!!!</p>
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		<title>By: Thiago</title>
		<link>http://www.apocalipsemotorizado.net/2008/06/25/muito-alem-das-ciclovias/comment-page-1/#comment-4340</link>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 14:42:41 +0000</pubDate>
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		<description>bondes.
não sei pq aboliram de curitiba.
se o centro da cidade tivesse apenas bondes circulando, seria beeeeem melhor.
em são francisco, cidade ecológica, os ônibus são movidos a eletricidade.
alucinante.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>bondes.<br />
não sei pq aboliram de curitiba.<br />
se o centro da cidade tivesse apenas bondes circulando, seria beeeeem melhor.<br />
em são francisco, cidade ecológica, os ônibus são movidos a eletricidade.<br />
alucinante.</p>
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		<title>By: PoM</title>
		<link>http://www.apocalipsemotorizado.net/2008/06/25/muito-alem-das-ciclovias/comment-page-1/#comment-4339</link>
		<dc:creator>PoM</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 11:52:04 +0000</pubDate>
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		<description>Uma vez, durante uma aula de Antropologia, uma professora disse q muitos dos problemas brasileiros são de ordem cultural. E acrescentou, &quot;ainda bem q são culturais os nossos problemas, pois cultura não é algo estático. Cultura é algo dinâmico e pode ser mudado a todo instante&quot;. Eu concordo, a mudança é possível. Está em nossas mãos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma vez, durante uma aula de Antropologia, uma professora disse q muitos dos problemas brasileiros são de ordem cultural. E acrescentou, &#8220;ainda bem q são culturais os nossos problemas, pois cultura não é algo estático. Cultura é algo dinâmico e pode ser mudado a todo instante&#8221;. Eu concordo, a mudança é possível. Está em nossas mãos.</p>
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		<title>By: waldson</title>
		<link>http://www.apocalipsemotorizado.net/2008/06/25/muito-alem-das-ciclovias/comment-page-1/#comment-4338</link>
		<dc:creator>waldson</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 01:44:17 +0000</pubDate>
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		<description>Um cenário proprício para a integração social, mobilidade não é somente ir e vir para qualquer lugar... é integrar pessoas, ambientes e espaços para a reprodução social e democrática. Portland é um exemplo viável para o alcançe destes princípios, um dia estarei por lá e quem sabe morar por ai...
É um desejo..</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um cenário proprício para a integração social, mobilidade não é somente ir e vir para qualquer lugar&#8230; é integrar pessoas, ambientes e espaços para a reprodução social e democrática. Portland é um exemplo viável para o alcançe destes princípios, um dia estarei por lá e quem sabe morar por ai&#8230;<br />
É um desejo..</p>
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		<title>By: XuPaKaVrAz</title>
		<link>http://www.apocalipsemotorizado.net/2008/06/25/muito-alem-das-ciclovias/comment-page-1/#comment-4337</link>
		<dc:creator>XuPaKaVrAz</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 17:18:50 +0000</pubDate>
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		<description>Marcelo,

Bem-vindo ao deserto do real...

Voce acaba de acordar da Matriz!

XPX</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marcelo,</p>
<p>Bem-vindo ao deserto do real&#8230;</p>
<p>Voce acaba de acordar da Matriz!</p>
<p>XPX</p>
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