Vídeo de perseguição policial aos ciclistas de NY


(stencil: http://www.visualresistance.org)

Depois do acidente envolvendo dois policiais que perseguiam ciclistas partipantes do critical mass, as atenções dos nova-iorquinos se voltaram para a forma com que a polícia vem efetuando estas perseguições.

Segundo reportagem do New York Times, a repressão ao critical mass (que começou em 2004, durante a convenção do partido Republicano) está violando inclusive as normas policiais, que recomendam extremo cuidado nas perseguições motorizadas. A mesma reportagem afirma que uma pessoa morre diariamente nos EUA vítima de acidentes envolvendo viaturas da polícia.

Viaturas na contra-mão em alta velocidade, fechadas e freadas bruscas já viraram rotina nas perseguições mensais aos ciclistas de Nova Iorque.

Veja a reportagem do NYT ou assista ao vídeo que mostra algumas perseguições.

* O site do NYT às vezes requer cadastramento. Se o seu navegador é o Firefox, você pode usar um plugin bem interessante chamado BugMeNot (algo como “não encha o saco”). Trata-se de um banco de dados de senhas e nomes de usuário que permite o login em diversos sites. No caso do NYT, digite: spirono / senha: lactone.

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2 Comments

  1. Zohguy_Saiyajinhttp://zohguy.blogspot.com
    Posted 16/03/2006 at 15h20 | Permalink

    Ontem (quarta, 15 de março) participei de uma pedalada pela cidade, onde haviam cerca de 12 pessoas. Como as ruas da cidade são extremamente estreitas (cidade de colonização portuguesa, uma das mais antigas do estado), em alguns momentos ocupávamos todo o espaço das ruas. Como haviam ciclistas de todos os níveis, o ritmo era lento.
    Fiquei feliz que boa parte dos motoristas que vinham atrás de nós pegaram leve e foram educados, levando em conta que passava das 8 da noite. Porém teve um ou outro que pensava que a rua era só para ele andar.
    Como fala no site do critical mass: “Nós não atrapalhamos o trânsito, nós SOMOS trânsito.”

  2. Zohguy_Saiyajin
    Posted 16/03/2006 at 15h20 | Permalink

    Ontem (quarta, 15 de março) participei de uma pedalada pela cidade, onde haviam cerca de 12 pessoas. Como as ruas da cidade são extremamente estreitas (cidade de colonização portuguesa, uma das mais antigas do estado), em alguns momentos ocupávamos todo o espaço das ruas. Como haviam ciclistas de todos os níveis, o ritmo era lento.
    Fiquei feliz que boa parte dos motoristas que vinham atrás de nós pegaram leve e foram educados, levando em conta que passava das 8 da noite. Porém teve um ou outro que pensava que a rua era só para ele andar.
    Como fala no site do critical mass: “Nós não atrapalhamos o trânsito, nós SOMOS trânsito.”

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