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	<title>Comments on: 32a bicicletada de São Paulo</title>
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	<description>articulações e reflexões para superar a sociedade do automóvel</description>
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		<title>By: Anonymous</title>
		<link>http://www.apocalipsemotorizado.net/2005/04/30/32a-bicicletada-de-sao-paulo/comment-page-1/#comment-69</link>
		<dc:creator>Anonymous</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 May 2005 16:21:25 +0000</pubDate>
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		<description>ola pessoal, gostaria de saber como faco para adquirir um adesivo daquele &#039;um carro a menos&#039;. meu email e newtao+bike@gmail.com abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ola pessoal, gostaria de saber como faco para adquirir um adesivo daquele &#8216;um carro a menos&#8217;. meu email e <a  href="mailto:newtao+bike@gmail.com">newtao+bike@gmail.com</a> abraço!</p>
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		<title>By: Luís Fernandohttp://luis.rosa@terra.com.br</title>
		<link>http://www.apocalipsemotorizado.net/2005/04/30/32a-bicicletada-de-sao-paulo/comment-page-1/#comment-68</link>
		<dc:creator>Luís Fernandohttp://luis.rosa@terra.com.br</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 May 2005 20:32:32 +0000</pubDate>
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		<description>Ah, as BUGAs!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Morei em Aveiro por alguns meses em 2002 e andei bastante nas &quot;BUGAS&quot; (Bicicletas de Utilização Gratuita de Aveiro): eram bicicletas simples, com três marchas internas ao cubo (shimano nexus?), que tinham circulação restrita ao perímetro urbano da cidade.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A cidade é pequena, de relevo plano: 70 mil habitantes, mas uma caminhada de casa até a estação ferroviária, por exemplo, levava bem aí uns 30-40 minutos, que eram vencidos em 5-10 com as bugas. Julgo que era mais rápido ir de buga a esperar um ônibus, por exemplo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Naquela época, para usar uma BUGA, bastava dirigir-se a um dos bicicletários, destravar uma das bicicletas ali disponíveis com uma moeda, se não me engano, 50 cêntimos, que ficava presa na própria bicicleta. Acabou de andar? Era só travá-la novamente em qualquer um dos bicicletários da cidade, liberando assim a moeda usada para destravá-la... havia também um horário em que as bugas eram recolhidas dos bicicletários também.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Nem tudo foi um mar de rosas: eles tiveram alguns casos de vandalismo e furto. Às vezes também ocorria um problema logístico: você entrava na padaria, deixava a buga ali no bicicletário, e quando voltava, já era: outro pegou a criança e saiu por aí... hora de caminhar.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ouvi dizer que hoje as regras de uso das BUGAs mudou, parece que agora, só se anda com um devido cadastramento prévio, não sei como ficou. De qualquer modo, é gostoso lembrar dessas bicicletas, e dessa sensação de confiança mútua, de algo que é de todos e que todos respeitam... que utopia gostosa!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fica abaixo uma foto das BUGAs que achei na rede:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;http://www.av.it.pt/aveirocidade/en/cidade/cidade43.htm&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Abraços,&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Luís Fernando</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, as BUGAs!</p>
<p>Morei em Aveiro por alguns meses em 2002 e andei bastante nas &#8220;BUGAS&#8221; (Bicicletas de Utilização Gratuita de Aveiro): eram bicicletas simples, com três marchas internas ao cubo (shimano nexus?), que tinham circulação restrita ao perímetro urbano da cidade.</p>
<p>A cidade é pequena, de relevo plano: 70 mil habitantes, mas uma caminhada de casa até a estação ferroviária, por exemplo, levava bem aí uns 30-40 minutos, que eram vencidos em 5-10 com as bugas. Julgo que era mais rápido ir de buga a esperar um ônibus, por exemplo.</p>
<p>Naquela época, para usar uma BUGA, bastava dirigir-se a um dos bicicletários, destravar uma das bicicletas ali disponíveis com uma moeda, se não me engano, 50 cêntimos, que ficava presa na própria bicicleta. Acabou de andar? Era só travá-la novamente em qualquer um dos bicicletários da cidade, liberando assim a moeda usada para destravá-la&#8230; havia também um horário em que as bugas eram recolhidas dos bicicletários também.</p>
<p>Nem tudo foi um mar de rosas: eles tiveram alguns casos de vandalismo e furto. Às vezes também ocorria um problema logístico: você entrava na padaria, deixava a buga ali no bicicletário, e quando voltava, já era: outro pegou a criança e saiu por aí&#8230; hora de caminhar.</p>
<p>Ouvi dizer que hoje as regras de uso das BUGAs mudou, parece que agora, só se anda com um devido cadastramento prévio, não sei como ficou. De qualquer modo, é gostoso lembrar dessas bicicletas, e dessa sensação de confiança mútua, de algo que é de todos e que todos respeitam&#8230; que utopia gostosa!</p>
<p>Fica abaixo uma foto das BUGAs que achei na rede:</p>
<p><a  href="http://www.av.it.pt/aveirocidade/en/cidade/cidade43.htm" rel="nofollow">http://www.av.it.pt/aveirocidade/en/cidade/cidade43.htm</a></p>
<p>Abraços,</p>
<p>Luís Fernando</p>
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		<title>By: Luís Fernando</title>
		<link>http://www.apocalipsemotorizado.net/2005/04/30/32a-bicicletada-de-sao-paulo/comment-page-1/#comment-71</link>
		<dc:creator>Luís Fernando</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 May 2005 20:32:32 +0000</pubDate>
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		<description>Ah, as BUGAs!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Morei em Aveiro por alguns meses em 2002 e andei bastante nas &quot;BUGAS&quot; (Bicicletas de Utilização Gratuita de Aveiro): eram bicicletas simples, com três marchas internas ao cubo (shimano nexus?), que tinham circulação restrita ao perímetro urbano da cidade.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A cidade é pequena, de relevo plano: 70 mil habitantes, mas uma caminhada de casa até a estação ferroviária, por exemplo, levava bem aí uns 30-40 minutos, que eram vencidos em 5-10 com as bugas. Julgo que era mais rápido ir de buga a esperar um ônibus, por exemplo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Naquela época, para usar uma BUGA, bastava dirigir-se a um dos bicicletários, destravar uma das bicicletas ali disponíveis com uma moeda, se não me engano, 50 cêntimos, que ficava presa na própria bicicleta. Acabou de andar? Era só travá-la novamente em qualquer um dos bicicletários da cidade, liberando assim a moeda usada para destravá-la... havia também um horário em que as bugas eram recolhidas dos bicicletários também.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Nem tudo foi um mar de rosas: eles tiveram alguns casos de vandalismo e furto. Às vezes também ocorria um problema logístico: você entrava na padaria, deixava a buga ali no bicicletário, e quando voltava, já era: outro pegou a criança e saiu por aí... hora de caminhar.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ouvi dizer que hoje as regras de uso das BUGAs mudou, parece que agora, só se anda com um devido cadastramento prévio, não sei como ficou. De qualquer modo, é gostoso lembrar dessas bicicletas, e dessa sensação de confiança mútua, de algo que é de todos e que todos respeitam... que utopia gostosa!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fica abaixo uma foto das BUGAs que achei na rede:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;http://www.av.it.pt/aveirocidade/en/cidade/cidade43.htm&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Abraços,&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Luís Fernando</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, as BUGAs!</p>
<p>Morei em Aveiro por alguns meses em 2002 e andei bastante nas &#8220;BUGAS&#8221; (Bicicletas de Utilização Gratuita de Aveiro): eram bicicletas simples, com três marchas internas ao cubo (shimano nexus?), que tinham circulação restrita ao perímetro urbano da cidade.</p>
<p>A cidade é pequena, de relevo plano: 70 mil habitantes, mas uma caminhada de casa até a estação ferroviária, por exemplo, levava bem aí uns 30-40 minutos, que eram vencidos em 5-10 com as bugas. Julgo que era mais rápido ir de buga a esperar um ônibus, por exemplo.</p>
<p>Naquela época, para usar uma BUGA, bastava dirigir-se a um dos bicicletários, destravar uma das bicicletas ali disponíveis com uma moeda, se não me engano, 50 cêntimos, que ficava presa na própria bicicleta. Acabou de andar? Era só travá-la novamente em qualquer um dos bicicletários da cidade, liberando assim a moeda usada para destravá-la&#8230; havia também um horário em que as bugas eram recolhidas dos bicicletários também.</p>
<p>Nem tudo foi um mar de rosas: eles tiveram alguns casos de vandalismo e furto. Às vezes também ocorria um problema logístico: você entrava na padaria, deixava a buga ali no bicicletário, e quando voltava, já era: outro pegou a criança e saiu por aí&#8230; hora de caminhar.</p>
<p>Ouvi dizer que hoje as regras de uso das BUGAs mudou, parece que agora, só se anda com um devido cadastramento prévio, não sei como ficou. De qualquer modo, é gostoso lembrar dessas bicicletas, e dessa sensação de confiança mútua, de algo que é de todos e que todos respeitam&#8230; que utopia gostosa!</p>
<p>Fica abaixo uma foto das BUGAs que achei na rede:</p>
<p><a  href="http://www.av.it.pt/aveirocidade/en/cidade/cidade43.htm" rel="nofollow">http://www.av.it.pt/aveirocidade/en/cidade/cidade43.htm</a></p>
<p>Abraços,</p>
<p>Luís Fernando</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: luddista</title>
		<link>http://www.apocalipsemotorizado.net/2005/04/30/32a-bicicletada-de-sao-paulo/comment-page-1/#comment-67</link>
		<dc:creator>luddista</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 May 2005 01:37:57 +0000</pubDate>
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		<description>A bicicletada da última sexta foi divulgada aqui, no site www.bicicletada.org e na lista de discussão da mesma.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A bicicletada da última sexta foi divulgada aqui, no site <a  href="http://www.bicicletada.org" rel="nofollow">http://www.bicicletada.org</a> e na lista de discussão da mesma.</p>
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		<title>By: Anonymous</title>
		<link>http://www.apocalipsemotorizado.net/2005/04/30/32a-bicicletada-de-sao-paulo/comment-page-1/#comment-66</link>
		<dc:creator>Anonymous</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 May 2005 15:16:52 +0000</pubDate>
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		<description>Olá, j.alexandre. Pela sua resposta, acho que eu não expliquei bem um ponto. Quando me referi a &quot;trabalhadores que fazem essa rota diariamente&quot;, não me referi a ciclistas que já usem a bicicleta como meio de transporte. Me referi a trabalhadores que por falta de incentivo e por poder aquisitivo muito baixo ainda não usam a bicicleta como meio de transporte mas gostariam de usar. A idéia é inserir essas pessoas na utilização diária da bicicleta como meio de transporte. De qualquer forma a idéia permanece e se alguém tiver vontade de colocar em prática, mande mensagens por aqui.&lt;br/&gt;Um abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, j.alexandre. Pela sua resposta, acho que eu não expliquei bem um ponto. Quando me referi a &#8220;trabalhadores que fazem essa rota diariamente&#8221;, não me referi a ciclistas que já usem a bicicleta como meio de transporte. Me referi a trabalhadores que por falta de incentivo e por poder aquisitivo muito baixo ainda não usam a bicicleta como meio de transporte mas gostariam de usar. A idéia é inserir essas pessoas na utilização diária da bicicleta como meio de transporte. De qualquer forma a idéia permanece e se alguém tiver vontade de colocar em prática, mande mensagens por aqui.<br />Um abraço.</p>
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		<title>By: J. Alexandrehttp://br.f2.pg.photos.yahoo.com/bikerzl</title>
		<link>http://www.apocalipsemotorizado.net/2005/04/30/32a-bicicletada-de-sao-paulo/comment-page-1/#comment-65</link>
		<dc:creator>J. Alexandrehttp://br.f2.pg.photos.yahoo.com/bikerzl</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 May 2005 04:32:26 +0000</pubDate>
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		<description>Acho interessante a idéia... por experiência, no trajeto que faço de retorno pra casa, isso seria um pouco inviável, visto que os ciclistas fazem trajetos bem diferentes uns dos outros.&lt;br/&gt;Sobre a Bicicletada em SP, faltou novamente divulgar a mudança do horário e dia do evento! Apesar de alguns integrantes da Bicicletada me conhecerem, ninguém avisou da mudança! Por esse motivo, só participo de eventos maiores, tipo a manifestação da USP e o Dia Mundial Sem Carro, ou outros que estiverem por vir... Até breve</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho interessante a idéia&#8230; por experiência, no trajeto que faço de retorno pra casa, isso seria um pouco inviável, visto que os ciclistas fazem trajetos bem diferentes uns dos outros.<br />Sobre a Bicicletada em SP, faltou novamente divulgar a mudança do horário e dia do evento! Apesar de alguns integrantes da Bicicletada me conhecerem, ninguém avisou da mudança! Por esse motivo, só participo de eventos maiores, tipo a manifestação da USP e o Dia Mundial Sem Carro, ou outros que estiverem por vir&#8230; Até breve</p>
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	<item>
		<title>By: J. Alexandre</title>
		<link>http://www.apocalipsemotorizado.net/2005/04/30/32a-bicicletada-de-sao-paulo/comment-page-1/#comment-70</link>
		<dc:creator>J. Alexandre</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 May 2005 04:32:26 +0000</pubDate>
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho interessante a idéia&#8230; por experiência, no trajeto que faço de retorno pra casa, isso seria um pouco inviável, visto que os ciclistas fazem trajetos bem diferentes uns dos outros.<br />Sobre a Bicicletada em SP, faltou novamente divulgar a mudança do horário e dia do evento! Apesar de alguns integrantes da Bicicletada me conhecerem, ninguém avisou da mudança! Por esse motivo, só participo de eventos maiores, tipo a manifestação da USP e o Dia Mundial Sem Carro, ou outros que estiverem por vir&#8230; Até breve</p>
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	</item>
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		<title>By: Anonymous</title>
		<link>http://www.apocalipsemotorizado.net/2005/04/30/32a-bicicletada-de-sao-paulo/comment-page-1/#comment-64</link>
		<dc:creator>Anonymous</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 May 2005 01:44:59 +0000</pubDate>
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		<description>Recentemente tive as primeiras informações sobre a semente  plantada pelos Provos na Holanda, na década de 60,  chamada &quot;bicicletas brancas&quot;. Esta semente se tornou realidade em algumas cidades. Uma dessas cidades é Aveiro em Portugal. A prefeitura disponibiliza, para locomoção, 200 bicicletas para uso público e gratuito. Pensando nisso, achei que seria viável se fazer em São Paulo algo em que a idéia pudesse ser aproveitada. Por incrível que pareça, a bicicleta é um dos objetos que mais fica esquecido e abandonado em garagens e apartamentos, perdendo assim a sua maior utilidade. Ao mesmo tempo, muitos trabalhadores assalariados gostariam de poder ter uma bicicleta para utilizá-la como meio de transporte. Quem usa a bicicleta como meio de transporte, geralmente, tem algumas peças sucateadas que podem ser aproveitadas para a construção de novas bicicletas. Facilmente se conseguiria montar 10 ou 20 bicicletas utilizando essas sucatas ou recebendo donativos de pessoas que &quot;esqueceram&quot; a bicicleta em um canto qualquer de sua própria casa. A idéia básica e montar essas bicicletas e criar uma rota fixa de 10 km ou mais, e identificar trabalhadores que fazem essa rota diariamente. Diariamente, pela manhã, em horário fixo, sairia esse comboio de 10 ou 20 bicicletas, acompanhado de um ou mais ciclistas que já usem a bicicleta como locomoção nesse mesmo trajeto, que seriam responsáveis pelas bicicletas. Ao anoitecer, esse mesmo comboio faria o caminho de volta. Com isso, se estaria estimulando o uso da bicicleta como meio de transporte e, ao mesmo tempo, reivindicando sutilmente o espaço que merece a bicicleta no trânsito. Nada mais, nada menos que uma bicicletada por dia. Se houver interesse e acharem viável a colocação em prática, coloquem comentários aqui, que talvez ajude na mobilização para a constituição da &quot;frota&quot; de bicicletas.&lt;br/&gt;Um abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente tive as primeiras informações sobre a semente  plantada pelos Provos na Holanda, na década de 60,  chamada &#8220;bicicletas brancas&#8221;. Esta semente se tornou realidade em algumas cidades. Uma dessas cidades é Aveiro em Portugal. A prefeitura disponibiliza, para locomoção, 200 bicicletas para uso público e gratuito. Pensando nisso, achei que seria viável se fazer em São Paulo algo em que a idéia pudesse ser aproveitada. Por incrível que pareça, a bicicleta é um dos objetos que mais fica esquecido e abandonado em garagens e apartamentos, perdendo assim a sua maior utilidade. Ao mesmo tempo, muitos trabalhadores assalariados gostariam de poder ter uma bicicleta para utilizá-la como meio de transporte. Quem usa a bicicleta como meio de transporte, geralmente, tem algumas peças sucateadas que podem ser aproveitadas para a construção de novas bicicletas. Facilmente se conseguiria montar 10 ou 20 bicicletas utilizando essas sucatas ou recebendo donativos de pessoas que &#8220;esqueceram&#8221; a bicicleta em um canto qualquer de sua própria casa. A idéia básica e montar essas bicicletas e criar uma rota fixa de 10 km ou mais, e identificar trabalhadores que fazem essa rota diariamente. Diariamente, pela manhã, em horário fixo, sairia esse comboio de 10 ou 20 bicicletas, acompanhado de um ou mais ciclistas que já usem a bicicleta como locomoção nesse mesmo trajeto, que seriam responsáveis pelas bicicletas. Ao anoitecer, esse mesmo comboio faria o caminho de volta. Com isso, se estaria estimulando o uso da bicicleta como meio de transporte e, ao mesmo tempo, reivindicando sutilmente o espaço que merece a bicicleta no trânsito. Nada mais, nada menos que uma bicicletada por dia. Se houver interesse e acharem viável a colocação em prática, coloquem comentários aqui, que talvez ajude na mobilização para a constituição da &#8220;frota&#8221; de bicicletas.<br />Um abraço.</p>
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